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domingo, 21 de abril de 2013

“PT forte através de um novo e melhor Projeto para o Estado-RJ”





NOTA POLÍTICA DA OPÇÃO SOCIALISTA

“PT forte através de um novo e melhor Projeto para o Estado-RJ”

A Opção Socialista, tendência interna do PT-RJ, reafirma seu caráter popular, socialista e o seu compromisso de disputar os rumos do PT, tendo sempre como nosso ponto de partida o legado que originou o PARTIDO DOS TRABALHADORES: seu MANIFESTO POLÍTICO e seus 33 ANOS DE HISTÓRIA TRANSFORMANDO O BRASIL. 

O PT-RJ vive um momento especial, inédito e histórico. Temos um pré-candidato a Governador fortíssimo, com possibilidades de vitória e a oportunidade de estabelecer um Governo Popular e Democrático no Estado-RJ. Hoje temos unidade partidária entorno do SENADOR LINDBERG FARIAS como pré-candidato a Governador do PT, um forte relacionamento do PT estadual com sua militância e da militância partidária com a população, através da CARAVANA DA CIDADANIA, que está nos capacitando para um MELHOR MOMENTO de transformações para todas as regiões do Estado-RJ. 

A CARAVANA DA CIDADANIA OXIGENOU O PARTIDO, sendo a prova que a militância partidária e o senador estão unidos e seguindo os mesmos passos BEM SUCEDIDOS de LULA. VER e OUVIR os abandonados pela ausência do poder público nas comunidades, nos bairros, e nas regiões periféricas do Estado, para depois FALAR com conhecimento, sensibilidade, esperança e assumindo que vamos lutar para ganhar a eleição para governador em 2014, para poder implantar um PROGRAMA DE GOVERNO que irá FAZER à diferença na qualidade de vida da sociedade, principalmente das pessoas mais necessitadas. 

É neste contexto conjuntural de OXIGÊNAÇÃO NA POLÍTICA que o partido respira em contato com a realidade social do povo e de UNIDADE PARTIDÁRIA entorno da CANDIDATURA PRÓPRIA A GOVERNADOR, que com certeza apoiamos para a presidência do PT-RJ, no próximo PED, a Dep. Federal Benedita da Silva (Ministra, Governadora, Senadora, Secretária da SEASDH, Dep. Constituinte e vereadora). 

Portanto, sem desmerecer a legitimidade e a capacidade dos outros companheiros candidatos a presidência. Consideramos, a nossa BENÉ, a candidatura mais apropriada em todos os aspectos políticos para presidir o partido neste desafio conjuntural de construção de alianças e bases de apoio, com o povo e com outros partidos, entorno daquele que desde o PED passado, é o candidato a Governador da OPÇÃO SOCIALISTA: o hoje senador Lindberg Farias do PT. 

Por isto, preocupados com o rumo do PT-RJ, clamamos pela unidade da CANDIDATURA PRÓPRIA e pela construção de uma ampla maioria que apoie a Dep. Federal Benedita da Silva, para presidir o PT-RJ. Porque a companheira é um nome que representa a história do partido na sociedade, capaz de evitar uma luta política fratricida que venha prejudicar a reeleição de Dilma Presidente, experiente para ajudar o partido a conquistar o Governo do Estado e a ampliar a bancada de Dep. Estadual e Federal, nas próximas eleições de 2014.

Rio de Janeiro, 14 de abril de 2013

sábado, 30 de março de 2013

Coordenação Regional Leste I da Pastoral da Juventude do Meio Popular - Rio de Janeiro




Coordenação Regional Leste I da Pastoral da Juventude do Meio Popular - Rio de Janeiro

PJMP em ação, atuando e fazendo história!!!!

TABELA DE CONTRIBUIÇÃO DE FILIADOS DO PARTIDO DOS TRABALHADORES.








1 - TABELA I – FILIADO QUE NÃO OCUPA CARGO - CONTRIBUIÇÃO SEMESTRAL

2 - TABELA II – FILIADO OCUPANTE DE CARGOS ELETIVOS - CONTRIBUIÇÃO MENSAL

3 - TABELA III – FILIADO OCUPANTE DE CARGOS DE CONFIANÇA - CONTRIBUIÇÃO MENSAL

4 - TABELA IV - FILIADO OCUPANTE DE CARGO DE CONFIANÇA NA ESFERA FEDERAL – CONTRIBUIÇÃO MENSAL


terça-feira, 12 de março de 2013

Escrevo para compartilhar, brevemente, minhas impressões a respeito do velório do Comandante Hugo Chávez.

Caros companheiros e caras companheiras,

Escrevo para compartilhar, brevemente, minhas impressões a respeito do velório do Comandante Hugo Chávez.

Como sabem, estive presente na comitiva da Presidenta Dilma juntamente com o Presidente Lula, o Governador Jaques Wagner, o Presidente Nacional do PCdo B, Renato Rabelo, o Senador Randolfe Rodrigues (PSOL), o deputado Josias Gomes (PT/BA), o Líder do PT, deputado José Guimarães e as deputadas Perpetua Almeida (PCdo B) e Iriny Lopes (PT) para prestarmos nossa homenagem ao grande Comandante da Revolução Bolivariana. Naquele momento percebi que aquela não seria a última homenagem mas uma entre tantas que foram e que serão prestadas a um dos maiores líderes da esquerda latino americana.

O corpo de Chavez foi velado na Academia Militar. Um lado do grande salão estava reservado aos seus familiares e companheiros e às autoridades dos países que lhe foram prestar homenagem. Todos os governantes da América Latina estavam ou estiveram presentes. No momento em que cheguei, estavam nossas lideranças cubanas e o Comandante Raul Castro, visivelmente abatido assim como estavam o Presidente Rafael Correa, Lula e Dilma. Perdemos um grande líder do movimento da esquerda latino-americana.

Mas o que mais me impressionou foi a expressão do povo venezuelano ao avistar o corpo de Chavez. Milhões e milhões de pessoas enfileiradas miravam para o Comandante e emitiam sinais de reverência, batiam continência, batiam no peito, simulavam um abraço, soltavam beijos carinhosos. Mais do que isso, percebi que a feição das pessoas não era exatamente de tristeza mas de altivez, como se naquele momento estivessem recebendo uma tarefa do Comandante de seguir em frente, adelante. Percebi então que Chávez estava ali em corpo mas também em alma.

A palavra de ordem que escutei dizia "Chavez, te juro, que voto en Maduro". Tarefa delegada pelo Comandante antes mesmo de sua morte. Em cadeia nacional, Chavez anunciou que se algo lhe acontecesse que Nicolás Maduro seria aquele que daria continuidade à Revolução, aquele que o representaria.

A eleição de Maduro será, certamente, marcada pela forte mobilização social e pela demonstração pública de que mais do que populismo, como costumam dizer meios de comunicação, analistas políticos e intelectuais da direita venezuelana e mundial, Chávez representou a construção de estruturas políticas e sociais verdadeiramente revolucionárias tendo o povo venezuelano como principal protagonista, consciente de sua tarefa.

Já se considera que o velório de Chávez é o terceiro maior da história. Menor apenas que o do Papa João Paulo II e de Tito, Presidente da Iugoslávia. Mas por que será que a sua despedida causou tanta comoção ao povo? A resposta é simples e deve explicar porque a direita mundial e especialmente a direita brasileira tenta desqualificar, mesmo em seu leito de morte, o significado grandioso da figura do Comandante Chávez.

Por último, é certo que Chávez irá para o Panteón Nacional em companhia de Simón Bolívar. Fica para a história da Venezuela, do Brasil, da Latino America e do mundo.

Hasta la victória, siempre.

Valmir Assunção

domingo, 10 de março de 2013

Os europeus organizadores do movimento sionista.


Neste encontro com Shlomo Sand podemos entender com clareza o absurdo que é a tentativa de justificar o fato de que um grupo de cidadãos europeus haja decidido partir para um território que alegam ter-lhe sido entregue à perpetuidade por ninguém menos que o próprio Deus, e do qual teria sido expulsos pelos romanos há mais de dois mil anos. Com a justificativa de que aquela é sua terra de pleno direito, apesar de terem estado distantes da mesma por todo este tempo, eles decidem submeter e expulsar dali os habitantes cujas gerações lá viviam há mais de um milênio.

Seria impossível que alguma pessoa de mente equilibrada e de bom caráter não considerasse tais propósitos uma verdadeira aberração. Ninguém em sã consciência poderia aceitar que Deus seja entendido com um grande corretor de imóveis que tem alguns clientes preferências em detrimento de outros.

Apesar do absurdo desta ideia, ela foi posta em prática e, pior de tudo, com a conivência e o benepácito da ONU, a qual naqueles tempos (como agora) era manipulada pelas grandes potências imperialistas que sempre a usam para favorecer seus próprios interesses mesquinhos e em seu próprio benefício.

Para dar sustentação a seu projeto de colonização da Palestina, os europeus organizadores do movimento sionista (quase todos ateus, ou não religiosos) apelaram para uma releitura da  Bíblia e a transformaram de livro religioso em fonte de verdades históricas de validade eterna.

Além disso, imaginem que, para dar maior sustentação a suas teses de cunho religioso, os líderes sionistas (seculares e ateus) decidam até mesmo falsificar alguns dos conceitos presentes na Bíblia de modo a adaptá-los a seus interesses do momento.

Boa parte desta sórdida tramoia é revelada nesta conversa de Shlomo Sand. Aqui, além de desconstruir os mitos bíblicos que os sionistas encamparam e difundiram entre as comunidades judaicas pelo mundo afora, poderemos entender com mais clareza os motivos que os moviam (e movem) neste projeto colonialista.

Juntamente com os mitos da eternidade e excepcionalidade do povo judeu, de sua eterna luta por reconquistar o território de onde teriam sido expulsos há mais de dois mil anos, os sionistas precisavam (e hoje precisam muito mais) que o antissemitismo nunca deixasse de estar presente como uma constante ameaça a todos os judeus. Se, na prática, o antissemitismo como pensamento político público quase que desapareceu nos países ocidentais, para os sionistas seria mister encontrar maneiras de reativá-lo, de verdade ou ficticiamente.

As palavras com que Shlomo Sand conclui sua intervenção neste encontro são dignas de profundas reflexões. Diz Shlomo Sand: “Se, no passado, os antissemitas eram as pessoas que odiavam os judeus, hoje em dia, antissemitas são aqueles a quem os sionistas odeiam”.

http://youtu.be/vQb5chFPad8