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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Macapá: Trabalhadores ocupam prefeitura contra a política do PSOL.



Os trabalhadores da Educação completam 12 dias de greve e, junto com os trabalhadores da Saúde, ocupam o prédio da Prefeitura para exigir negociação com Clécio Luís (PSOL)

Márcio Ferreira, de Macapá (AP)
Já são 12 dias em greve de mais de 3 mil trabalhadores da educação municipal de Macapá. São professores, merendeiras e serventes que permanecem em luta contra a Prefeitura de Clécio Luís e do PSOL-AP. São trabalhadores que, em sua grande maioria, acreditaram e votaram em Clécio e no PSOL como uma alternativa de mudança.

Os trabalhadores de Macapá estavam cansados dos desmandos de Roberto Góes (PDT), que havia sido preso durante seu mandato como prefeito durante a Operação "Mãos Limpas” da Polícia Federal, que prendeu também seu primo e atual governador Waldez Góes, também do PDT. Os trabalhadores acreditaram nas promessas do PSOL, mas,  infelizmente hoje o sentimento da categoria e da população macapaense é de estelionato eleitoral pelas promessas não cumpridas.

Uma greve para entrar para a história

Durante todos os governos municipais a categoria foi à luta. E Clécio Luís (PSOL) esteve na mobilização junto a esses trabalhadores. Quando era vereador de Macapá, foi o porta-voz da categoria. A atual greve, porém, é a mais histórica, segundo os trabalhadores. “Ele veio daqui. Fiz campanha para ele. Bati de porta em porta para convencer as pessoas a votarem nele, mas ele nos traiu”, afirmam muitos professores. “Além de ele ser professor, ele sempre esteve aqui. Agora, demora em receber a categoria, iludiu professores e auxiliares, no ano passado. E o pior, ele  vira as costas para nós. A paciência da categoria e da maioria da população em Macapá acabou. Não podemos aceitar da Prefeitura do PSOL, que traz no nome o ‘socialismo’ manter a mesma estrutura de governo da direita e atacar o direito dos trabalhadores”, afirmou Ailton Costa, presidente da Executiva Municipal de Macapá e militante do PSTU.

Hoje, muitos professores são obrigados a fazer coleta para comprar materiais, realizar rifas para garantir a estrutura dentro de sala de aula e o mais absurdo: "É preciso, em alguns momentos, tirar dinheiro do bolso para comprar arroz ou suco para o lanche das crianças", como relataram vários professores no microfone em frente à Prefeitura de Macapá.

Infelizmente, essa realidade não é só no município. No Estado governado por Waldez Góes (PDT), podemos encontrar situações piores. Contudo, o PSOL em Macapá optou por uma governabilidade com os partidos da burguesia e do governo. Com a justificativa de que a prefeitura não tinha dinheiro, Clécio ofereceu 4% de reajuste aos trabalhadores da Educação. Porém, os “super-salários” de secretários e secretarias extraordinárias ele não muda. Isto têm cobrado um preço do PSOL que é de aprofundar a crise política perante a população macapaense e as lutas do funcionalismo municipal.

Os métodos da prefeitura do PSOL

Outro aspecto dessa contradição da “governabilidade” do PSOL-AP são os métodos de desmobilização da greve e ataques ao PSTU por parte de seus militantes e dirigentes do movimento, com calúnias nas redes sociais. Práticas que somente a burguesia e o stalinismo usam para combater seus oponentes. A prefeitura do PSOL tem adotado táticas de desmoralização da greve que nem a direita, que esteve durante quatro anos no poder, ousou adotar, como as reuniões com a comunidade escolar na tentativa do retorno parcial das aulas, pressão em professores que tem o famigerado pró-labore. Nesse programa, a prefeitura contrata o professor que é do quadro para ministrar aulas no período de folga do mesmo. E o professor, que precisa complementar o baixo salário, aceita. Nesse caso, a prefeitura tem dois professores, pagando por um. Ou seja, a prefeitura de Clécio aprofundou o caos na educação municipal.

Esses ataques também são desferidos nas organizações que lutam junto aos trabalhadores. O PSTU tem sofrido calúnias nas redes sociais por parte de militantes da direção do PSOL-AP, em uma tentativa desesperada de frear quem luta. O PSTU lamenta tais fatos, pois o PSOL Macapá tem adotado um caminho sem voltas para um lugar que eles mesmos desconhecem. Por isso, ou Clécio e o PSOL rompem com a burguesia e a “governabilidade” para todos e constroem um programa voltado para os anseios mais sentidos pela classe macapaense, ou terão que enfrentar uma onda de lutas contra a precariedade dos serviços e a desvalorização dos servidores.

Os trabalhadores estão convencidos: É preciso lutar e é possível vencer

E na manhã de 28 de abril, a paciência acabou. Cerca de 600 trabalhadores ocuparam o prédio da Prefeitura Municipal de Macapá, e estão exigindo que o Prefeito Clécio (PSOL) negocie a contraproposta da categoria. A greve da educação municipal ganha mais trabalhadores para lutar. Além da Educação, os trabalhadores da Saúde (agentes de endemias, de saúde e enfermeiros) iniciaram uma greve em defesa do piso nacional da categoria dos agentes de saúde e endemias.  O sentimento que se instalou nas categorias que estão em luta contra a Prefeitura de Clécio e o PSOL é de que é preciso lutar. É possível vencer.

Mas para isso será preciso construir nas lutas uma alternativa para os trabalhadores e jovens de Macapá. Que não confie um milímetro na Câmara Municipal de Macapá e nas ilusões da Prefeitura de Clécio (PSOL). A única confiança é depositar nas lutas da classe a possibilidade de uma saída para a população macapaense, e que ela logo se espalhe para a luta no Estado, contra a política de privilegiar os ricos de Waldez Góes (PDT).

Porém, o episódio mais trágico da luta em Macapá é o papel que o PSOL vem cumprindo como aliado da burguesia e do engano a classe macapaense que nutriu o sentimento de mudança por esse partido. Assim, o PSTUa credita que é preciso construir uma grande Greve Geral do funcionalismo de Macapá contra a proposta de Clécio , a precariedade dos serviços como Educação, Saúde, endemias, vigilantes e todos aqueles estão indignados com o caos na cidade. Alem, é claro, de incorporar a luta nacional contra a PL 4330.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

FRED Gol - 10º maior artilheiro do FLUMINENSE.




O gol marcado contra a Cabofriense, pela 11ª rodada do Campeonato Carioca 2014,  foi 114º marcado com a camisa do Fluminense, pelo Fred Gol, onde ele se torna o 10º maior artilheiro da história do Fluminense, em 185 jogos com a camisa do tricolor mais querido do Brasil, com uma média de 0,62 gols por partidas.
Ronaldo M. Cerqueira.
Veja o post do camisa 9 do Fluminense no seu Facebook:
“Cada gol tem uma história, é especial em sua maneira. Parece que foi ontem que cheguei aqui, mas já se foram 114 gols e quase cinco anos de estrada. É uma honra pra mim integrar um grupo tão seleto, estar entre jogadores que foram ídolos máximos do clube e ajudaram o Fluminense a construir essa história tão bonita. Que venham muito mais gols e, principalmente, outras tantas conquistas.”
Fred.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Programação do Estande do Fluminense na Bienal do Livro no Rio Centro.




Programação do Estande do Fluminense na Bienal do Livro no Rio Centro.

Localização: Pavilhão Verde.

30/08 (sexta-feira): 15h – Divulgação inédita de trechos do documentário “Ídolo Desmistificado”, que é roteirizado e dirigido pelo filho de Assis, e talk-show com ambos.
16h – Bate-papo com o jornalista tricolor José Rezende.
17h – Homenagens aos jornalistas Zuenir Ventura e João Máximo com a Medalha Nelson Rodrigues.
18h – Homenagem ao escritor Ivan Sant’anna com a Medalha Nelson Rodrigues.
Entre 19h e 21h – Relançamento da biografia e do DVD de Waldo, maior artilheiro da história do Flu, com o autor Valterson Botelho. 

31/08 (sábado): Das 13h às 15h – Momento temático da Copa do Brasil de 2007 com as presenças de Bernardo Belfort e Pedro Carneiro, cineastas do filme oficial da conquista, e Alexandre Bittencourt, autor de um livro sobre o título.
16h – Homenagem ao escritor Guilherme Fiuza com a Medalha Nelson Rodrigues.
18h – Bate-papo com Nelsinho Rodrigues para abordar as obras de seu pai: Nelson Rodrigues.

01/09 (domingo): Das 12h às 15h – Relançamento do livro oficial do tetracampeonato brasileiro.
15h – Homenagens a Argeu Affonso, Carlos Santoro, Gustavo Marins de
Aguiar, Jorge Wilson Magalhães de Souza, Pedro da Cunha e Menezes e Vicente Dattoli, autores do livro oficial do centenário do Fluminense.
16h – Homenagem ao músico João Barone com a Medalha Nelson Rodrigues. 

02/09 (segunda-feira): A partir de 12h – Lançamento oficial do livro “Guerreiros lance a lance”.

03/09 (terça-feira): 14h – Homenagem ao professor e escritor Ivan Proença com a Medalha Nelson Rodrigues.
17h – Homenagem ao grupo “Jovem Flu”, intelectuais tricolores que se reuniam para ver jogos do clube e combater o regime antidemocrático no início dos anos 70.
18h – Homenagens aos jornalistas Sidney Garambone e Sergio Garcia com a Medalha Nelson Rodrigues.
Das 19h às 21h – Lançamento da segunda edição do livro do autor Sergio Trigo sobre o tricampeonato estadual de 1983, 1984 e 1985.

04/09 (quarta-feira): Entre 16h e 18h – Relançamento de todos os livros temáticos sobre Fluminense da Maquinária Editora com as presenças de Roberto Sander e Eduardo Coelho.
18h – Bate-papo com os tricolores Toni Platão e Alexandre Araújo do Programa Pop Bola.
Entre 18h e 20h – Relançamento da biografia de Preguinho do autor Waldir Barbosa.
De 20h a 21h – Relançamento do livro “Fluminense Football Club – Um século de uma vitrine esportiva” do jornalista Ricardo Souza.

05/09 (quinta-feira): 18h – Homenagens ao cantor Fausto Fawcett e ao jornalista Marcelo Janot com a Medalha Nelson Rodrigues.
20h – Presença do jornalista e escritor Marlos Bittencourt com a sua obra “Escravos do jogo”.
21h – Bate-papo com o jornalista André Barcinski, coautor do filme “Saudações Tricolores”.

06/09 (sexta-feira): 16h – Homenagem à escritora Thalita Rebouças com a Medalha Nelson Rodrigues.
Entre 17h e 19h – Bate-papo com o blogueiro tricolor Gustavo Albuquerque e o escritor Marcelo Moutinho.
A partir de 19h30 – Homenagens aos criadores e idealizadores do CineFoot (Festival de Cinema e Futebol) com a exibição de filmes sobre o Fluminense.

07/09 (sábado): Entre 13h e 15h – Relançamento do livro “O Maquinista”, sobre Francisco Horta e a Máquina Tricolor, e presença do escritor e ex-jogador Zé Roberto com suas obras.
Entre 15h e 16h – Lançamento da segunda edição, atualizada, do livro “Laranjeiras Imortais”, do tricolor Marcelo Meira.
Entre 16h e 18h – Lançamento oficial do livro “Fluminense para Jovens Tricolores”, de Celso Taddei, Chico Soares e Rodrigo Macedo.

08/09 (domingo): 14h – Homenagem ao jornalista Marcos Caetano com a Medalha Nelson Rodrigues.
15h – Presença dos escritores tricolores João Marcelo Garcez e Paulo-Roberto Andel com suas obras sobre o Fluminense.
16h – Homenagem ao jornalista André Trigueiro com a Medalha Nelson Rodrigues.
18h – Relançamento do livro “Fluminense (meu) Eterno Amor” de Marcelo Pitanga.


sexta-feira, 15 de março de 2013

Quatro anos de Fred no FLUMINENSE: Em entrevista, jogador faz revelações





Capitão fala sobre briga com Diguinho, exageros, mulheres, zoação dos times rivais e muito mais

Fred completou quatro anos de Fluminense e, em entrevista ao jornal "O Globo", abriu o coração. Sem papas na língua, contou fatos que pouca gente sabia, sua relação com as mulheres, o selinho na jovem mineira, o deslumbre quando chegou ao Tricolor, seleção brasileira, relação com a fama e muito mais. Confira na íntegra:


Por que morar em Ipanema e Leblon e não Barra da Tijuca?

Quando cheguei, procurei um lugar mais próximo do trabalho. Não poderia perder uma, duas horas no trânsito. Fiquei em um hotel em Copacabana, mas frequentava Ipanema e Leblon, onde tinha gente bonita, bons restaurantes. Hoje, para eu sair de lá, é difícil.

A adaptação foi rápida?

Os primeiros três meses foram complicados e sofri bastante com treino, clima, clube e companheiros novos. Na França, demorou seis meses. E havia cinco brasileiros no Lyon! Eu nunca tinha visitado o Rio, a não ser quando vinha para jogar. Me apaixonei e vou ficar quando eu parar de jogar. O que mais me encanta é o jeito carioca. Passava no calçadão e, mesmo sem conhecer ninguém, era chamado para jogar altinho e futevôlei. E eu não aguentava mais ver bola (risos). Acho que vou morar em Belo Horizonte durante a semana e venho para cá na sexta-feira.

E a falta de privacidade?

Não é fácil sair na rua, apesar de a galera ser mais acostumada a encontrar famosos pela cidade. É mais difícil quando estou com a minha filha Geovanna, porque quero estar com ela, e a galera chega para conversar.

Ficou deslumbrado no começo?

Sim. Cheguei no Rio solteiro e cometi excessos. Ainda bem que naquele ano (2009), eu tive pessoas que me deram um toque.

E as outras torcidas te respeitam?

Tem respeito, mas rola uma sacaneada. A torcida do Vasco até fez uma música...

Qual música? Canta aí.

Nada, é pesada demais (risos). Mas eu vejo que as torcidas respeitam, porque sabem que eu entro em campo para vencer.
Jogaria em outro clube do Rio?
Acho difícil eu jogar em algum outro clube do Brasil que não seja o Fluminense.

Você se sente ídolo do clube?

Eu estou caminhando... É difícil falar disto. Um pedacinho do coração tricolor eu tenho, independentemente das minhas falhas. Todos sabem que meu objetivo é ganhar.

Qual a diferença entre o ambiente no vestiário do Brasil e na Europa?

Existe a maior diferença. No Lyon, também era bom, unido, mas não era a mesma coisa que aqui no Fluminense. Sempre tive ambiente bom, mas não como aqui no Fluminense, sempre repito.

Nunca teve um problema?

No início de 2009, não era bom. E piorou depois que começamos a perder. Depois que o Cuca chegou, teve atrito até encontrar a harmonia. Teve um problema que marcou naquele ano e eu nunca falei sobre isso. Faltavam 11 jogos para acabar e estávamos naquela situação para cair. A diretoria e a comissão técnica queriam aumentar os dias de concentração. Eu reuni o grupo e falei que tínhamos que nos cuidar mais para evitar uma concentração de dois, três dias. Eles compraram o barulho e houve um arranca rabo com a diretoria e comissão. Eles falaram para dar a vida. E demos. O respeito aumentou a partir dali.

E teve briga com algum jogador?

Briga, não, mas eu já tive uma discussão pesada com o Diguinho. E foi bom. Porque tínhamos perdido de 2 a 0 para o Goiás e no intervalo o bicho estava pegando. E aí nós discutimos forte. Estávamos para cair, mas tínhamos que tentar. E havia um clima de já caiu...

E com o Fernando Henrique?

Com o Fernando Henrique também. Várias discussões. Mas com o "Fita" não dá para mexer, porque ele é bom de briga. Eu acho importante ter pessoas com personalidade no grupo. O Muricy... O Abel, já espanou várias vezes!
Quando?

No ano passado, chamou atenção o jogo com a Ponte Preta. Nosso time estava nervoso, precisando ganhar. E pensei que ele iria dar aquele esporro no vestiário. Eu estava tenso. Mas ele entrou e acalmou o time, falou calmamente.

Tem desafetos no futebol?

Eu falo que existem jogadores empolgados. E esta empolgação no futebol é uma loucura. O futebol é uma ilusão. Depois do jogo, eu sou o Fred, um cara normal. Não é porque estou ganhando que eu sou o tal. Isto é muito superficial. E tem muitos empolgados por aí. Tem que dar uma segurada.
Você voltou da França com 25. Não ficou com medo de se arrepender?
Tinha propostas de clubes grandes. Todos achavam que era melhor eu ficar. Caí bastante no lado financeiro, porque o Brasil não era esta potência. Mas estava longe da família e isto pesou.

Tem lugar marcado na seleção?

Marcado, não, mas a oportunidade pode estar na minha mão. Se o jogador só começar a pensar no objetivo recentemente, não consegue. Eu já estou preparado para esta seleção. Dei uma desabafada na época do Mano, senti que não teria oportunidades. Mas com o Felipão todos sabem que ele gosta de jogar com centroavante. Vai depender do meu rendimento...

As lesões que você teve têm relação com o estilo de vida que você leva?

Eu não acho que foi o que influenciou. Sempre descansei e fiz as coisas nas horas certas, moderadamente. Exageros eu cometi, mas não fiz loucuras. Continuo tomando meu chope, meu vinho. Quando acaba o jogo, eu saio para dançar e conhecer mulher bonita. O mais importante é o trabalho.

Por que jogador se casa tão cedo?

Jogador é carente. A maioria sai de casa cedo. E conhece pessoas interessantes. Às vezes, o cara quer uma pessoa bacana para conversar, ter filho. No meu caso, foi uma pessoa que eu amei. Mas devido à imaturidade, não deu certo. Mas eu falo para os moleques: se forem casar, casem com mulheres bonitas.

No Lyon, diziam que você pegou a filha do presidente...

Estão loucos?! Não teve isto.
Este tipo de história te incomoda?
Incomoda. Este vídeo do beijo me deixou para baixo.

É o preço da fama?

E eu tomo cuidado. Tem muita coisa que te deixa muito exposto e você deixa de ser espontâneo, tem que ficar se monitorando. Mas confio nas pessoas e acabo relaxando.

Por exemplo...

Se eu faço um churrasco na minha casa e chamo uma menina, ela convida o primo, que acaba filmando... E a galera está muito maldosa...

É a era das redes sociais...

Pois é. Meu Facebook era aberto, mas fechei. Meu Instagram era fechado, mas o Neymar me marcou em uma foto e arrastou 20 mil seguidores. Aí, eu abri, porque tenho a consciência de que sou uma pessoa pública.

E não tem medo de falar de chope, vinho...

Aqui no Brasil, o ruim é que, se você tiver bem em campo, você pode virar 25 litros de pinga. Se está mal, não pode fazer nada. Mas eu não vou deixar de fazer minhas coisas. Se o time perdeu, eu evito, mas não posso deixar de ir no restaurante japonês. Tenho que ficar em casa puto? É o meu trabalho e eu saio mesmo. Tive um problema em 2011, naquela armadilha que armaram para mim perto de casa. Mas acabou, porque eles me respeitam e sabem que dou a vida pelo Fluminense.

Sai, mas evita ir no pagode. Os caras, como Neymar, não te acham metido?

Eles sabem que eu gosto de coisas boas, em todos os sentidos, mas sou simples, e o que mais mexe comigo são as coisas simples. Posso estar em um restaurante bom, mas quero ser tratado com simplicidade.

Se você não fosse o Fred, conseguiria pegar alguém?

Olha, eu não sou bonito, mas também não sou feio. Acho que pegaria um pessoalzinho mesmo que não fosse o Fred. Mesmo quando eu era duro feito côco, eu pegava. Claro que ser o Fred aumenta. Mas tem neguinho aí feio para cacete que pega...
Pega qualquer uma?
Se eu estiver em uma boate e uma mulher me der mole, eu pego, porque estou no meu direito. Eu sou solteiro. Mas, para colar, eu sou chato. Para ir ao teatro, levar para jantar, tem que mexer comigo. Eu sou seletivo.

Como é a sua relação com jogadores evangélicos?

Eu, às vezes, vou na igreja do Gum. Eu leio a minha Bíblia e frequento a Igreja Evangélica, porque gosto de cuidar do meu lado espiritual. Quando eu rezo, não tenho medo.

Lembra de algum momento de aflição no qual foi salvo por uma oração?

Na Taça SP de Juniores, eu estava no América-MG e não fui relacionado. Meu pai mandou até carta pedindo para eu pelos menos treinar. Treinei e deitei nos treinos. No primeiro jogo, fui expulso com 14 minutos. No intervalo do primeiro para o terceiro jogo, sofri e rezei muito, porque achava que a minha carreira havia acabado. Na terceira partida, fiz aquele gol do meio-campo, que abriu as portas para mim.

Pena que sua mãe não pôde ver...

Ela não viu nada. Faleceu quando eu tinha sete anos. E entedia de futebol. Ía para os campos de várzea ver o meu pai jogar e xingava o juíz. Mas tem o o outro lado. Se minha mãe fosse viva, não teria deixado eu sair da casa com 10 anos, para jogar futebol e passar fome. Ela falaria para eu estudar, como fez com o meu irmão. Mas tenho certeza que, se a Dona Gizelda estivesse viva, vendo isto tudo, ficaria bastante orgulhosa.

Fonte:  Jornal "O Globo".

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Maior artilheiro da História do Fluminense com 319 gols Waldo.




Waldo ganha camisa personalizada no Fluminense.

Ex-jogador fica agradecido com homenagem do clube.

Maior artilheiro da História do Fluminense com 319 gols em 403 partidas entre as décadas de 1950 e 60, Waldo fez uma visita às Laranjeiras nesta quarta-feira e ganhou de presente uma camisa personalizada com o número 9 e seu nome às costas. Feliz com a homenagem, o ex-jogador agradeceu.

Para mim, é uma grande alegria ter esse reconhecimento do Fluminense. Vim para essa homenagem e fico muito agradecido. Não esperava essa lembrança, pois vivo muito tempo fora. Fico muito feliz com o reconhecimento dos torcedores, que me saúdam pelos gols que fiz - disse.

Foto: Site oficial do Fluminense.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A farra dos ingressos do Fluminense, continua.





Farra dos Ingressos no Fluminense, continua.

Eu não consigo acreditar no que foi visto no último domingo dia 18/11/2012, no Estádio do Engenhão, Rio de Janeiro, no jogo do Fluminense x Cruzeiro, no qual a diretoria do Fluminense e os organizadores da venda de ingressos haviam declarado que logo no primeiro dia de vendas a carga se esgotou totalmente em 6 horas de venda no mesmo dia 15/11/2012, que foi um feriado nacional da Proclamação da República, onde foram feitas filas quilométricas pela torcida do FLUMINENSE, sedenta para comemorar junto aos guerreiros tricolores o Tetracampeonato Brasileiro conquistado no dia 11/11/2012, em Presidente Prudente - São Paulo.

Foram colocados à disposição da torcida tricolor a carga máxima de acordo com os organizadores de 35.770 ingressos para este jogo, a torcida tricolor estava ansiosa para ver os nosso heróis encabeçada pelo líder do time o FRED, junto com todos os guerreiros que nos ajudaram a ganhar mais esta taça para nossa vasta galeria de grandes coleções e conquistas, a festa no domingo dia 18/11/12, para recepcionar os grandes nomes da nossa conquista o time de guerreiros, foi linda, maravilhosa, emocionante, uma grande apoteose para os nossos jogadores desfilarem com a Taça de Campeão Brasileiro de 2012. Eu só posso descrever a festa mais uma das milhares que a nossa torcida do FLUMINENSE, sempre fez e vai continuar fazendo que és a mais bela entre todas as torcidas.

Mais um fato curioso me chamou atenção quando foi anunciado o público pagante que foi de 28.438 pessoas que cobraram ingressos e o público total foi de 35.167 pessoas, como pode que em dia antes deste grande jogo que foi a entrega da taça para os jogadores comemorarem junto à nossa torcida mais esta conquista, haviam os representantes legais da organização do espetáculo dizendo nos meios de comunicação social de grande massa que a carga máxima tinha sido vendida, se esgotando os ingressos como pode isto? 28.438 pagantes e carga de ingressos para o jogo foi de 35.770, vendidos e anunciaram este disparate de menos 7.332, torcedores que podiam e estariam ali comemorando junto comigo e com os outros felizardos que conseguiram ingressos para o jogo da Taça, gerando uma renda de R$ 862.110,00.

Deixo algumas questões no ar onde foram parar 7.332, ingressos que poderiam gerar uma receita maior para os cofres do Fluminense, e cadê os meios de comunicação para denunciar esta vergonha, que eu fico chateado que milhares de torcedores do Fluminense não conseguiram comprar seus ingressos e voltaram para suas respectivas residências desolados e no domingo dia 18/11/12, no Engenhão alguns clarões na arquibancada que não permitiu que a festa fosse mais linda do que foi, até mesmo o mosaico não saiu conforme o planejado.


Escuto muitas pessoas dizendo que os cambistas estavam vendendo ingressos de R$ 150,00 à R$ 250,00, eu mesmo escutei relatos de pessoas que compraram ingressos super valorizados com a grande especulação dos ingressos, para este jogo.


E  sei que teve vendas escancaradas realizadas pelos cambistas. Cadê a diretoria do Fluminense para dizer porque anunciaram a venda total dos ingressos e isso me diz que o público pagante deveria ser de 35.770 ao invés de 28.438, cadê os 7.332 ingressos que faltaram, continua o desrespeito com a torcida do Fluminense.......Um absurdo, continua a farra dos ingressos como ocorreu na final da Libertadores 2008 e mais recentemente na conquista do tricampeonato brasileiro de 2010, onde a nossa torcida foi humilhada, exposta ao ridículo, não posso compactuar com esta bandalheira, feita contra a torcida mais linda do mundo a do meu FLUMINENSE.

Apesar de tudo podemos dizer Somos TETRACAMPEÕES BRASILEIROS DE 2012, VALEU TIME DE GUERREIROS E TORCIDA GUERREIRA E VALENTE, QUE TEM MUITO AMOR AO FLUMINENSE.

Ronaldo Castro
Historiador

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Saudação ao Fluminense. Dep. Valmir Assunção (PT-BA).




Saudação ao Fluminense do Dep. Valmir Assunção (PT-BA). O fundador da minha corrente a EPS do PT - Esquerda Popular Socialista, homenageia o meu amado FLUMINENSE pelo Tetracampeonato Brasileiro conquistado no último domingo dia 11/11/2012. 

Valeu Guerreiro Valmir meu amigo e companheiro, no próximo dia 01 de dezembro em São Paulo, na reunião nacional da EPS do PT, levarei uma camisa do Fluminense para lhe dar de presente e desde já lhe convido para vir no último jogo do Fluminense neste brasileiro no dia 02/12/2012, no Engenhão - Rio de Janeiro. 

Um abraço!!! 

Ronaldo Sempre Na Luta - EPS do PT.


Link:

http://youtu.be/beamdywFl5U

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

"O DIA do FLUMINENSE".




Hoje além de iniciarmos o dia comemorando mais um título nacional o de Tetracampeão do Brasil, neste ano de 2012, também não poderíamos deixar de esquecer que no dia de hoje também podemos comemorar "O DIA do FLUMINENSE", uma homenagem concedida pela ALERJ - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, para nós torcedores e torcedoras do FLUMINENSE, podemos sim dizer que hoje dia 12 de setembro é o nosso dia, com uma felicidade imensa estampada em nossos rostos e corações e um semblante de conquistas, como foi a de ontem, com muita emoção, aflição, agonia, desespero mais no final de tudo acabamos sendo Campeões Brasileiros de 2012 com três rodadas de antecipação. 

Somente o FLUMINENSE, para poder nos proporcionar esta linda homenagem, bela e singela no dia de hoje em que comemoramos o nosso "DIA do FLUMINENSE".


Valeu Guerreiros Tricolores, estamos aí para mostrar para todo mundo o sentimento que nos move em amar o FLUMINENSE de forma incondicional!!!!

SOMOS TETRACAMPEÕES BRASILEIROS - FLUMINENSE - MINHA VIDA MEU AMOR.

RONALDO CASTRO.
HISTORIADOR.

LEI Nº 5094 DE 27 DE SETEMBRO DE 2007.

INSTITUI, NO ÂMBITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, O DIA DO FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE.

O Governador do Estado do Rio de Janeiro 
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - Fica instituído o Dia do Fluminense Futebol Clube no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, a ser festejado no dia 12 de novembro. 

Art. 2º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º - Ficam revogadas as disposições em contrário.
Rio de Janeiro, 27 de setembro de 2007.

Governador






quinta-feira, 21 de julho de 2011

Fluminense Football Club comemora os seus 109 anos.


"Fluminense Football Club comemora os seus 109 anos, parabéns ao querido pavilhão Tricolor".


Falar da importância de Oscar Alfredo Cox e dos fidalgos que nos criaram é quase redundante. Deles veio a nossa identidade: clássica, única, diferente, melhor. E lembrar os ídolos? Nem a imensidão do hipertexto somada à infinidade dos links seria o bastante para contar as proezas de Preguinho, Castilho, Pinheiro, Didi, Telê, Assis, Washington, Romerito, Renato, Conca…

O Fluminense é muito. É troféu? É. É camisa? É. É conquista? É. Mas vai além. É orgulho de ostentar o pavilhão aos quatro ventos e sentir a emoção por si só. Não se explica. Não se sabe de onde vem. Mas é enorme o sentimento que toma o nosso coração. A felicidade vem só em falar: FLUMINENSE.

Subir os degraus rumo ao Salão Arnaldo Guinle é passear pela evolução da sociedade carioca, que fez das Laranjeiras um local nobre, mas dos bailes e celebrações populares. Como não arrepiar-se, ao sentir o perfume da vitória ciceroneando as curvas do Manoel Schwartz? Ali, onde nasceu o futebol pentacampeão do mundo. De onde o calor da torcida emana e se movimenta às arquibancadas, cadeiras e gerais de todo o universo.


Retumbante de glórias. Guerreiro que nunca perde para a fadiga. Fabricante de craques da grama, das piscinas, das quadras, dos palcos. Único Tricolor de todas as galáxias. Como vibramos com o Fluminense. Experimente fechar os olhos por 30 segundos e lembrar o quanto você é feliz por Ser Tricolor. Entre sorrisos, cantos e lágrimas, subimos e descemos rampas pra ver o Fluminense. Assim foi nos últimos 109 anos e será em todos os próximos.


Neste dia, como ontem e amanhã, mostremos o quanto é bom ser Fluminense. Ostentemos as três cores que dão vida ao futebol. Se alguém perguntar o que é Ser Tricolor, não perca tempo em explicar. É impossível. Só nós sabemos. Não dá pra entender por querer. Só sabe quem é. Tricolor. Agora. Sempre. Nesta vida e em todas as outras. Parabéns a você. Parabéns a nós. Parabéns, Fluminense!!!



Neste dia, como ontem e amanhã, mostremos o quanto é bom ser Fluminense. Ostentemos as três cores que dão vida ao futebol. Se alguém perguntar o que é Ser Tricolor, não perca tempo em explicar. É impossível. Só nós sabemos. Não dá pra entender por querer. Só sabe quem é. Tricolor. Agora. Sempre. Nesta vida e em todas as outras. Parabéns a você. Parabéns a nós. Parabéns, Fluminense!!!