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sábado, 12 de dezembro de 2015

45 anos da YOUNG FLU parabéns!!!


















Há exatamente 45 anos atrás no ano de 1970 um grupo de torcedores fanáticos, dedicados e esforçados com um amor incondicional pelo nosso Fluminense fundaram a Torcida Organizada Young Flu, que desde o seu nascimento teve uma vocação especial, integral e irrestrita torcer, cantar, pular, vibrar pelo Fluminense onde ele estiver.

Já são 45 anos de história apaixonada pelo nosso Fluminense essa é a nossa Torcida Young Flu hoje a maior organizada do nosso clube.

Nesses anos que se passaram foram muitos(as), que deixaram a sua contribuição para a construção e o fortalecimento da Young Flu em todos os cantos do Rio de Janeiro, Brasil e no exterior.

São momentos incríveis de amor, dedicação, superação em muitas das vezes abrindo mão de nossas esposas(os), filhos(as), pais e mães para está junto do nosso Fluminense e vibrar, cantar e se emocionar junto com a Young Flu.

São 45 anos e pudemos vivenciar, presenciar apoiar tantas glórias e emoções do Fluminense.

Nesses anos a Young Flu pode contar a história do Fluminense que se confunde com a nossa com diversos títulos como os principais abaixo:

04 Brasileiros: 1970/ 1984/ 2010 e 2012;
01 Copa do Brasil: 2007;
12 Cariocas: 1971/ 73/ 75/ 76/ 80/ 83/ 84/ 85/ 95/ 2002/ 2005/ 2012.

Mais ganhamos muito mais torneios no brasil e exterior ao longo desses últimos 45 anos.

Podemos afirmar categoricamente e dizer à todos(as), fizemos, fazemos e vamos continuar a fazer a caminhada com o Fluminense de mãos dadas até a eternidade.

A Young Flu é um grupo de amigos(as) no qual podemos dizer somos uma irmandade unida em torno de um objetivo comum amar o Fluminense onde se prevalece o respeito integral e incondicional entre seus integrantes. 

Passamos sim por momentos delicados mais graças ao empenho, esforço sem limites de várias pessoas superamos e hoje temos o pleno orgulhar de dizer que estamos entre as maiores torcidas organizadas do Brasil.

A Young Flu tem um linda, bela e rica história ao longo dos anos que não tem como contamos nessas breves mais singelas palavras. São muitas as emoções só vivenciando para testemunhar o que fazermos e sentimos pela a Young Flu e pelo nosso amado e eterno Fluminense.

Viva a Young Flu 45 anos de vida!!!
Até Morrer!!!
Mais Forte do Nunca!!!

Ronaldo Monteiro Cerqueira
Historiador
Pós Graduado em Juventude 








segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Young Flu será eterna!!!



O dia 14/12/14, será um dia histórico e eternizado para a Torcida Organizada Young Flu, a chapa 2 / Young Flu Oposição,  venceu as eleições internas de nossa torcida com larga vantagem em cima da chapa renovação - situação, com mais de 70% dos votos válidos, vencemos mais a luta de agora em diante será árdua, pesada e cheia de percalços pelo caminho, mais a diretoria que vai assumir a partir do dia 01/01/15, está bem focada, organizada, planejada e sabe muito bem o que tem que ser feito, para resgatar a tradição de nossa torcida ao longo de seus 44 anos de história, dedicação, amor e fidelidade ao nosso clube do coração o Fluminense.
A Young Flu, passou nós últimos anos momentos de crises intensas e chegou está no CTI, por causa das más administrações que não deram a devida atenção a mesma, por isso que hoje estamos num estágio complicado, de conseguir garantir a credibilidade junto aos nossos associados e simpatizantes, por erros grotescos cometidos ao longo dos últimos 10 anos por uma diretoria que desejava se perpetuar no poder, mais o dia 14/12/14, será historicamente lembrado o  dia da virada, onde os associados e simpatizantes da Young Flu, vão poder bater no peito e dizer eu tenho orgulho e amor a minha torcida organizada.
Conseguimos com muita articulação e mobilização vencer as eleições com os seguintes diretores:
Presidente Manel, vice presidente Fila, vice social Cêmica, vice administrativo Meg, vice financeiro Guinho, diretor social Dom Miguel e Vaguinho, diretor de caravanas Bruno Souza e Ronald, diretor de núcleos Kiko e Japeri, diretor de bateria Palhaço e diretor de patrimônio Xereca e Vitinho, esses    amigos(as) e demais que estarão a frente da Torcida de agora em diante no triênio 2015/ 2016 e 2017.
Resultado oficial das eleições foi o seguinte conforme abaixo descrito:
Chapa 1 - Situação: 92 votos
Chapa 2 - OPOSIÇÃO: 218 votos
2 votos nulos
Total de votantes: 312
Marcelo Queiroz , foi eleito conselheiro da Torcida Young Flu com 119 votos.
Agora chegou a hora de arregaçar as mangas e colocar em prática os projetos que apresentamos durante a campanha, mais com o empenho e dedicação de cada um vamos sim colocar a Young Flu, no seu devido lugar entre as principais torcidas organizadas do país, como sempre fomos e vamos continuar sendo respeitados em todos os cantos do Rio de Janeiro, Brasil e exterior. Essa é a nossa vocação a eternidade!!!
Faço um agradecimento em especial a galera da Young Flu Baixada, voltamos a nossa união e unidade em torno de nossos núcleos contribuíram em muito para que a nossa torcida fosse resgatada e ressuscitada como a ave Fênix da mitologia grega.
Formamos a união perfeita dos núcleos: 13º Baixada - 27º Nilópolis e 51º Japeri. 
Agora Somos Todos Young Flu, no peito, no coração e no sangue!!! 

Ronaldo Monteiro Cerqueira
Historiador 
Pós Graduado em Juventude

quinta-feira, 26 de junho de 2014

19 anos do gol de barriga de Renato Gaúcho e o Título do Fluminense de 1995.



PARECE QUE FOI ONTEM - (Por Vinicius Toledo)

O inesquecível dia 25 de junho de 1995... Para o tricolor, a glória eterna! Para o rubro-negro, o choro eterno!

O Maraca estava lotado e as torcidas fizeram uma arrepiante festa. A nossa, como sempre, estava muito mais bonita. 

De um lado, a Sele Fla com o melhor jogador do mundo, o Romário. Do outro lado, um time de operários liderado por um Renato Gaúcho em final de carreira. E eu na arquibancada com o meu saudoso pai, mãe e irmão.

A bola rolou e o Flu brincou. Um 2x0 com gols do Renato Gaúcho e Leonardo. O Fla veio com tudo na segunda etapa. Conseguiu o empate na marra. O Flu, com menos um em campo, lutou até o final.

Eu, queria ter ido embora do estádio. Meu pai me impediu com um sonoro grito: "Porra, o Flu será campeão! Embora é o c....lho". 
Mesmo com a torcida rubro-negra gritando "é campeão" e uma enorme bandeira preta e vermelha circulando na antiga geral, o "meu saudoso e eterno velho" estava certo... 

A torcida estava de pé. Eu estava sentado e vivendo um enorme conflito interno: um lado dizia que conseguiríamos. Outro lado, perturbava com aquele pessimista "já era!"... Do nada, escutei um "Vai Ézio!". Eu me levantei na hora! E a bola foi sendo girada da esquerda para a direita e... Gol do Fluminense e uma explosão tricolor de emoção na arquibancada! No placar apontava: 8 - Aílton, mas, no rádio, um cara soltou: "Foi de barriga, foi do Renato Gaúcho!" 

Após o apito final, uma apoteose tricolor e um verdadeiro rio de lágrimas de alegria verde, branco e grená... E também, uma choradeira preta e vermelha, que dura até os dias de hoje! Armaram o palco bonito, contrataram tudo do bom e do melhor para uma badaladíssima festa de centenário, mas esqueceram do refrão do hino deles: "Nos Fla Flus é um ai Jesus!"... E deu no que deu, pois afinal de contas...

Ganhar Fla x Flu é normal! E com barriga é melhor ainda... 

#ViniciusToledo

sexta-feira, 23 de maio de 2014

30 anos do Bicampeonato Brasileiro do Fluminense.






Na próxima terça feira, dia 27/05/2014, comemoramos os 30 anos do Titulo conquistado de Campeão Brasileiro de 1984, pelo Fluminense.

Em dois jogos memoráveis e inesquecíveis contra nosso arqui - rival Vasco da Gama, no 1º jogo realizado no dia 24/05/1984, ganhamos a partida por 1 x 0, gol do lendário ídolo eterno do Fluminense Romerito, paraguaio que se dedica e ama o Fluminense até os dias atuais. 

No segundo jogo realizado no dia 27/05/1984, foi o jogo que se sagramos Campeão Brasileiro de 1984, num empate de 0 x 0 contra o Vasco da Gama, naquele dia vencemos o nosso segundo campeonato brasileiro se tornando oficialmente bi campeões brasileiros com os títulos conquistados em 1970 e 1984.

Nós tínhamos naquela época um dos melhores esquadrões de jogadores que defenderam a camisa verde, branca e grená do nosso Fluminense, onde vencemos todos os campeonatos que disputamos como o tri campeonato carioca de 83/84 e 85.

Mais aquele domingo de maio de 1984, se tornaria muito especial e emocionante para todos nós torcedores apaixonados e amantes do Fluminense, em todo o Brasil e no mundo.

Conquistamos o nosso Bi campeonato Brasileiro em em cima do nosso rival regional Vasco da Gama.

Aquele dia 27/05/1984, foi sublime e mágico para a nossa torcida e jogadores que ficaram contagiados com mais aquela grande conquista para a galeria de troféus do Fluminense.

Apresentamos para o Brasil e mundo jogadores de grande potencial técnico, com garra e raça e muito amor ao Fluminense, tinham o prazer e alegria de vestir o manto sagrado do nosso Fluminense.

Como por exemplo o casal 20 Washington e Assis, Delei, Paulo Vítor, Tato, Branco, Ricardo Gomes e o grande autor de um dos gols mais importantes da história do Fluminense, que acabou nos dando o título de Campeão Brasileiro de 1984 Romerito, sendo o técnico comandante Carlos Alberto Parreira.

Uma data como essa que comemoramos os 30 anos, de uma grande bela conquista não podemos deixar passar em branco.

Nós tricolores que amamos o Fluminense temos que homenagear os grandes heróis do Título Brasileiro de 1984, vencido pelo Fluminense.

Ronaldo M. Cerqueira

Historiador.  


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Super Ézio do Fluminense!!!!



Ídolo e um dos maiores jogadores do tricolor na década de 1990, Super Ézio, se fosse vivo, faria nesta última quinta feira dia 15/05/2014, 48 anos de idade. 

Pelo Tricolor, o ex-atacante marcou 119 gols em 237 partidas e foi campeão carioca em 1995, campeão da Taça Guanabara em 1991 e 1993, sendo artilheiro do campeonato carioca de 1992 com 15 gols.

Super Ézio, como era conhecido, faleceu em novembro de 2011 vítima de um câncer.

Ézio é o décimo maior artilheiro do Fluminense.

Meu maior ídolo na história do Fluminense.

Ronaldo

Historiador.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

MANIFESTO! Torcida Young Flu, a maior organizada do Fluminense.



A, torcida Young Flu, a maior organizada do Fluminense emitiu uma nota nas redes sociais repudiando o manifesto do atacante Fred. Os componentes da Young Flu diz falar por todas as torcidas e critica com veemência as palavras do jogador, tratadas como nefasta, covarde, vil e desleal.

Eles sustentam a tese do grupo político “Vence o Fluminense”, que informou que o último protesto não partiu de membros de Organizadas, mas de associados do clube. Confira a nota da Young Flu na íntegra:

MANIFESTO!

“SOMENTE O QUE SENTIMOS, JUSTIFICA O QUE FAZEMOS”

As Torcidas Organizadas do Fluminense F. C., por meio desta, vêm publicamente manifestar repúdio à nota oficial divulgada pelo funcionário jogador Frederico referente ao protesto realizado no dia 05/04/14.

É sabido por todos que as torcidas do FFC apoiam o clube há mais de 40 anos, se fazendo presentes em todos os momentos, sejam eles de alegria, sejam de tristeza. 

Por derradeiro, ao longo deste período nenhum jogador proferiu palavras como as que o funcionário jogador Frederico utilizou nesta segunda-feira, 07 de abril de 2014. 

Adjetivos que desqualificam não apenas o torcedor, mas a torcida como um todo, do tipo: “bando”, “marginais”, “desocupados”, “bandidos”, “a toa”, “bárbaros”, “arma branca” dentre outros, denigrem a imagem de um movimento com milhares de associados e simpatizantes por todo o Brasil, torcedores esses que tem uma parcela significativa de sócios do Clube e que, obviamente, pagam o salário do mesmo.

Ao torcedor do Fluminense o jogador tem, sim, a obrigação de vencer o Horizonte e classificar o Fluminense para a próxima fase da competição. 

O altíssimo investimento feito pelo Clube e sua parceira não condiz com o receio de um jogador que pensa em ser campeão do mundo, tenha de vencer a equipe de Fortaleza. 

O discurso de “tragédia anunciada” numa eventual eliminação precoce surge como assombro aos torcedores, que esperam postura de capitão àquele em quem se deposita esperanças de classificação, que chame a responsabilidade e jamais fuja dela.

A atitude nefasta, covarde, vil e desleal tomada pelo funcionário jogador Frederico soa como tentativa de semear a discórdia entre as Torcidas Organizadas e o Clube, ou pior, entre essas e o torcedor de modo geral. 

As vaias e cobranças existem no futebol desde que o esporte surgiu e, no Rio, desde a fundação do FFC, em 21-07-1902, ou seja, não é e nunca será privilégio de jogador inepto naquele momento. A melhor resposta às críticas que um jogador pode dar é empenho, dedicação, entrega, dentro e fora de campo, honrando a camisa, a história e, por que não, o salário que, neste caso, é extremamente alto.

Que fique claro que nem o funcionário jogador Frederico nem qualquer outro que vista a camisa do FFC tem o direito de chamar o torcedor do Fluminense de desocupado. Os 20 torcedores que PROTESTAVAM na ocasião são SÓCIOS do Club, que se privaram de seus afazeres normais de um sábado, de seu dia de folga, para protestar pacífica e democraticamente. 

Vale frisar que o I. Presidente Peter Siemens saiu da mesma arquibancada que funcionário jogador Frederico agrediu e denigriu em sua nota. Ademais, não custa lembrar que FFC tem extensa lista de exemplo de jogadores que honraram e sempre respeitaram as torcidas, como Preguinho, Telê, Castilho, Romerito, Assis, Washington, Paulo Vítor, Ézio, Marcão, Thiago silva, Cavalieri, Conca, dentre tantos outros. 

A nota divulgada pelo funcionário jogador Frederico acusa os torcedores de terem avariado seu carro, o que se afirma, é mentira! Ademais, se verdade fosse, por que o mesmo não registrou o dano na delegacia? Onde está a avaria no automóvel? As câmeras do Clube e da Rua? A mesma coisa se pode afirmar sobre as “ameaças” que diz ter recebido. 

O funcionário jogador Frederico afirma ter a absoluta certeza que em todos os protestos são sempre os mesmos 20 torcedores presentes, subestimando a inteligência e tamanho da nossa torcida.

Os mesmos apaixonados torcedores viajam no meio da semana, largando emprego e família, eles não são tratados assim. Agora, quando vão questionar um desempenho pífio e falta de comprometimento, são vistos como “marginais” e “bandidos”. 

Ora, se quando do abraço ao time e apoio incondicional na ocasião do difícil fim do ano de 2009 e em tantas outras oportunidades que o time precisou da torcida, indaga-se: Por que o jogador Frederico não escreveu nenhum manifesto de agradecimento?

Esta claro que a ele no momento interessa o desiquilíbrio na harmonia da relação clube jogador, jogador torcida, abrindo as portas à outro Clube. Mas para sair não precisa rebaixar o Clube, tampouco criar factoides com fim escuso de lograr algum intento. Basta pedir pra sair, e sair. 

No que se comentou em relação ao esvaziamento dos estádios, entende-se que o funcionário jogador Frederico é leigo aos assuntos relacionados ao seu ofício, cabendo-nos esclarecer para que não haja dúvida:
- horários dos jogos
- segurança publica
- preços exorbitantes do ingresso e no interior do estádio (ir a um jogo hoje não sai por menos de R$60,00 o que para a maioria dos brasileiros representa boa parte de seu sustento)
- transporte e etc.
- estacionamento
- falta de uma política de incentivo dos clubes
- aumento da venda de PPV com conivência dos clubes
- ausência de verdadeiros ídolos e jogadores comprometidos com a manutenção da grandeza do Clube

A torcida do fluminense é notadamente uma das mais tranquilas, e qualquer torcedor tem o seu direito de reclamar. 

Frederico. 

Iremos comemorar o gol que sair a favor, independente do jogador que for o autor, pois ninguém é maior do que o FLUMINENSE FC. Comemoraremos e vibraremos como fazemos há anos. Em relação ao apoio incondicional, deixamos claro que faremos isso sempre ao FLUMINENSE FC. Entretanto, jogador que nao correr, nao se esforcar e nao estiver focado 100% no nosso clube, infelizmente nao poderemos agraciar com o mesmo apoio.

Queremos o Frederico de outrora, o mesmo que foi um dos pilares do titulo de 2012.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

FRED Gol - 10º maior artilheiro do FLUMINENSE.




O gol marcado contra a Cabofriense, pela 11ª rodada do Campeonato Carioca 2014,  foi 114º marcado com a camisa do Fluminense, pelo Fred Gol, onde ele se torna o 10º maior artilheiro da história do Fluminense, em 185 jogos com a camisa do tricolor mais querido do Brasil, com uma média de 0,62 gols por partidas.
Ronaldo M. Cerqueira.
Veja o post do camisa 9 do Fluminense no seu Facebook:
“Cada gol tem uma história, é especial em sua maneira. Parece que foi ontem que cheguei aqui, mas já se foram 114 gols e quase cinco anos de estrada. É uma honra pra mim integrar um grupo tão seleto, estar entre jogadores que foram ídolos máximos do clube e ajudaram o Fluminense a construir essa história tão bonita. Que venham muito mais gols e, principalmente, outras tantas conquistas.”
Fred.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Retratação pública e direito de resposta ao "Fluminense Football Club".



Com a entrevista do Presidente do Fluminense hoje na ESPN Brasil, o abaixo-assinado perdeu a razão de existir e por isso o estou retirando do ar.

Não sabemos como foi a entrevista, e mais importante, como sera a edição da mesma. Espero que nosso presidente tenha nos orgulhado e respondido as indignações a que fomos submetido com fidalguia e educação. Porem com firmeza e indignação.

Sera muito difícil a reparação aos danos morais sofridos por nosso clube mas ao menos pudemos tornar publico o nosso repudio a cobertura da ESPN Brasil.

De minha parte, apos ver a entrevista de Peter Siemsen, não pretendo mais assistir a ESPN Brasil assim como não mais lerei os colunistas que considerei desonestos no episodio.

Saudações Tricolores à todos e muito obrigado.


Renato Romero de Assis 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

As aberrações contra o Fluminense.



Erros graves na arbitragem do futebol brasileiro nos anos de 1996 e 1997, entre o dono do Atlético Paranaense Mário César Petraglia e ex presidente da comissão nacional de arbitragem Ives Mendes, na manipulação de resultados fabricados pelos juízes, para beneficiar time "a ou b", um escândalo, por isso que o campeonato brasileiro de 1996, ficou maculado e com sérias arranhaduras, isso é um dos motivos que fez a CBF, rever alguns de seus critérios e mudar de alguma forma para tentar diluir essas mazelas ocorridas nestes dois anos citados acima!!!!! 

O Fluminense nunca virou a mesa e utilizou o expediente de tapetão para ser livrar de um descenso para um série inferior do campeonato nacional. 

Quando sim fomos rebaixados no campo disputamos como em 1997, jogamos a segunda divisão em 1998, não fomos bem e caímos e fomos disputar a terceira divisão em 1999, lá fomos Campeões Brasileiros da série C, e garantimos um lugar na segunda divisão em 2000, mais com várias denúncias novamente em relação ao brasileiro de 1999, a CBF, não organizou o campeonato brasileiro de 2000, que ficou sob a administração e gestão do clube dos Treze, no qual convidou o Fluminense, para participar daquele campeonato que nem se chamou brasileiro e sim Copa João Havelange. 

No meu ponto de vista simplista sem fazer maiores análises posso constatar que o Fluminense, nunca participou de algum esquema para sem manter na primeira divisão do futebol brasileiro. 

Agora 2013, vem a Portuguesa escalar um jogador erroneamente porque estava suspenso pelo tribunal de justiça desportiva, numa partida oficial do campeonato brasileiro de 2013, as leis e o regimento do mesmo que foi aprovado e assinado por todos os clubes participantes, e agora não adianta ficar choramingando por todos os cantos dizendo que o Fluminense fez isso ou aquilo, o que foi feito e realizado, é o que diz a regra do campeonato, doe a quem doer tem que ser respeitada a decisão, não viramos a mesa e sim a Portuguesa num erro primário de amadores escalou o atleta de forma irregular, foi punida de acordo com o tribunal que julgou que o clube fosse condenado a perder 04 pontos e assim foi feita a justiça!!!!

Avante Fluminense, somos e sempre seremos primeira divisão do Brasileirão!!!!!

Ronaldo Sempre Na Luta

domingo, 15 de dezembro de 2013

Em 2013, 30 pessoas perderam a vida em brigas de torcidas.

Brasil lidera o grupo da morte e sofre com violência nos estádios.
Em 2013, 30 pessoas perderam a vida em brigas de torcidas.

RODRIGO STAFFORD.
Fonte: JORNAL O DIA ONLINE.

Rio - A bandeira de um clube representa para muitos torcedores a maior paixão de suas vidas, mas em algumas ocasiões serve para cobrir o caixão, junto com as lágrimas de familiares que sofrem com a perda de entes queridos. Muitas vezes, lideranças em rankings são motivo de orgulho, mas, neste, o Brasil tem de se envergonhar. Com 30 mortes apenas em 2013, o país lidera essa mórbida lista mundial, seguido por Argentina e Itália. Resultado de dar "inveja" ao mais violento dos hooligans.


Polícia demorou a intervir em Joinville
Foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia
O Brasil detém um bicampeonato sinistro, já que em 2012 contabilizou 23 mortes. Os números comparados ao deste ano apontam um crescimento de 30%.

“O ano não acabou e não contabilizamos o Kevin Espada, que, apesar de ter morrido na Bolívia, tudo leva a crer que foi morto por brasileiros. São 30 mortes comprovadas”, diz Mauricio Murad, sociólogo e professor de mestrado da Universidade Salgado de Oliveira, que lançou o livro ‘Para entender a violência’.

A maior parte das mortes acontece no Nordeste e é consequência do aumento da violência como um todo no país - o Brasil também é campeão mundial em mortes no trânsito e em homicídios. No futebol, a maioria dos assassinatos acontece fora dos estádios, já que houve uma melhora no efetivo de segurança dentro das arenas.

“No meio da multidão todo mundo se exacerba. As pessoas acham que podem tudo por estar no anonimato, entre muita gente. Soma-se isso ao despreparo dos policiais e chegamos nesse número assustador”, afirma Murad, que assistiu em casa com os filhos às tristes cenas de selvageria entre torcedores de Atlético-PR e Vasco.

“Aquilo foi um horror. Vândalos se atacando, sua casa sendo invadida por esse filme de terror. Trabalho com isso desde 1990 e já vi muita coisa, mas confesso que o que assisti me chocou. Cenas de covardia e descontrole. Onde estava a polícia? São gangues em um jogo que se mostrava problemático desde o início”, destaca.


Torcedores de Vasco e Atlético-PR brigaram na Arena Joinville
Foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia
Para garantir a segurança do torcedor que vai a um jogo no país do futebol, o sociólogo defende algumas medidas a serem tomadas.

“São três conjuntos de medidas integradas que têm de ser coordenados de Brasília: a punitiva (curto prazo), a preventiva (médio prazo) e a educativa (longo prazo). Precisamos de um plano estratégico permanente que se atualize. As redes sociais, por exemplo, não existiam há dez anos. O Brasil é um país violento”, conclui Murad.

Gepe destaca importância da prevenção

O Rio tem o Gepe (Grupamento Especial de Policiamento nos Estádios), referência quando o assunto é o controle da violência. Comandante do Gepe, o tenente-coronel João Fiorentini cita o mando de campo em outros estados como um dos maiores problemas para o aumento da violência nos estádios, já que dificulta muito a segurança.

“Ter em Brasília um jogo que não é de Brasília, mas do Rio, dificulta. Um jogo de Santa Catarina, em que o mandante é do Paraná... Aqui no Rio, temos o hábito de cuidar de determinados jogos. Sabemos quem é quem”, exemplifica.

“Para nós, é mais fácil identificar. Temos tudo, polícia específica, estatuto, Ministério Público, Juizado. Isso não acontece em todos os estados”.


Briga generalizada manchou o duelo entre Atlético-PR e Vasco
Foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia
No quesito prevenção, Fiorentini revela que o planejamento é fundamental: “O mais importante não é o dia do jogo. É a semana. Fazemos reuniões na federação, procuramos representantes das torcidas, organizamos o transporte para não se encontrarem, a escolta.”

Fiorentini destaca ainda ação com a Supervia: “Para evitar confusão, há um trem só para a torcida do Flamengo. Só passa em determinadas estações. O torcedor do outro time tem que ir para outras.”

Sobre as brigas marcadas pela Internet, ele ressalta: “A gente monitora. As brigas são marcadas por muitos que não são da torcida e querem só notoriedade.”

Berço dos hooligans pode servir de exemplo

De um esporte manchado pela violência promovida por hooligans a uma liga sólida, forte e completamente segura para seus torcedores. Desde 1992, quando foi instituída a Premier League, a Inglaterra adotou medidas rigorosas para acabar com a violência nos estádios.

“Rapidez na punição e rigor. Lá, quem comete algum delito no estádio é detido e tem que se apresentar duas horas antes do jogo. E só sai duas horas depois”, diz o jornalista inglês Tim Vickery, mas com ressalvas: “Nem tudo o que foi feito na Inglaterra serve para o Brasil. Os países são muito diferentes, inclusive suas Constituições.”

Quanto ao policiamento nos estádios, Tim vê mudança ao longo dos anos: “Os clubes pagam à polícia pela segurança. Foi um incentivo perigoso reduzir o policiamento e trocar por stewards (seguranças privados). Foi um processo lento, mas que deu certo”.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Torcida Young Flu, uma reflexão!




Uma reflexão simplista e não muito detalhada do momento em que se encontra a Torcida Young Flu!!!!

A cada dia que se passa, eu fico mais preocupado na situação em que a Torcida Organizada Young Flu, se encontra nesse momento, totalmente delicado onde se não acontecer uma intervenção direta na torcida, corremos o sério risco, de diminuirmos de tamanho, e ficarmos menores que muitas torcidas organizadas do Fluminense, mais em relação as outros percebo claramente uma organização e direção no comando delas!!!

De alguns anos para cá, é claro e evidente que a Young Flu, está totalmente fragilizada, na arquibancada, na pista, nas caravanas e etc....falta comando para unificar e direcionar e valorizar os núcleos e os verdadeiros componentes da torcida, que fizeram a mesma crescer, evoluir e dar muitos frutos!!!!

Chegou à hora!!!! da Young Flu, olhar para seu próprio umbigo e ver que alguma coisa não está acontecendo como deveria... e fazer uma auto avaliação e crítica, de como a torcida está sendo dirigida à alguns anos, onde estamos vivendo um momento frutífero com o Fluminense em alta, ganhando títulos importantes nesses últimos anos e a torcida em declínio completo, cheguei eu à pensar algum tempo atrás que o pior momento que presenciei na Young Flu foi nos anos de 2004 e 2005, mais eu estava tremendamente equivocado, que o momento mais sensível de nossa torcida Young Flu, é este atual, nos dias de hoje, também menciono aqui os anos que fomos infelizmente rebaixados consecutivamente 1996 - 1997 e 1998 e em 1999 disputamos e vencemos a 3ª divisão do Campeonato Brasileiro, pude acompanhar aquele momento delicado de nosso clube, mais ali pude testemunhar a união e o fortalecimento da Young Flu, num período delicado da história do nosso clube do coração o Fluminense, e a Young Flu, conseguiu superar aquele trauma, junto com o clube e com a unidade interna dentro na torcida, hoje nós não vemos isso mais!!! 


Ronaldo M. Cerqueira
Historiador 
Pós graduado em Juventude

sexta-feira, 15 de março de 2013

Quatro anos de Fred no FLUMINENSE: Em entrevista, jogador faz revelações





Capitão fala sobre briga com Diguinho, exageros, mulheres, zoação dos times rivais e muito mais

Fred completou quatro anos de Fluminense e, em entrevista ao jornal "O Globo", abriu o coração. Sem papas na língua, contou fatos que pouca gente sabia, sua relação com as mulheres, o selinho na jovem mineira, o deslumbre quando chegou ao Tricolor, seleção brasileira, relação com a fama e muito mais. Confira na íntegra:


Por que morar em Ipanema e Leblon e não Barra da Tijuca?

Quando cheguei, procurei um lugar mais próximo do trabalho. Não poderia perder uma, duas horas no trânsito. Fiquei em um hotel em Copacabana, mas frequentava Ipanema e Leblon, onde tinha gente bonita, bons restaurantes. Hoje, para eu sair de lá, é difícil.

A adaptação foi rápida?

Os primeiros três meses foram complicados e sofri bastante com treino, clima, clube e companheiros novos. Na França, demorou seis meses. E havia cinco brasileiros no Lyon! Eu nunca tinha visitado o Rio, a não ser quando vinha para jogar. Me apaixonei e vou ficar quando eu parar de jogar. O que mais me encanta é o jeito carioca. Passava no calçadão e, mesmo sem conhecer ninguém, era chamado para jogar altinho e futevôlei. E eu não aguentava mais ver bola (risos). Acho que vou morar em Belo Horizonte durante a semana e venho para cá na sexta-feira.

E a falta de privacidade?

Não é fácil sair na rua, apesar de a galera ser mais acostumada a encontrar famosos pela cidade. É mais difícil quando estou com a minha filha Geovanna, porque quero estar com ela, e a galera chega para conversar.

Ficou deslumbrado no começo?

Sim. Cheguei no Rio solteiro e cometi excessos. Ainda bem que naquele ano (2009), eu tive pessoas que me deram um toque.

E as outras torcidas te respeitam?

Tem respeito, mas rola uma sacaneada. A torcida do Vasco até fez uma música...

Qual música? Canta aí.

Nada, é pesada demais (risos). Mas eu vejo que as torcidas respeitam, porque sabem que eu entro em campo para vencer.
Jogaria em outro clube do Rio?
Acho difícil eu jogar em algum outro clube do Brasil que não seja o Fluminense.

Você se sente ídolo do clube?

Eu estou caminhando... É difícil falar disto. Um pedacinho do coração tricolor eu tenho, independentemente das minhas falhas. Todos sabem que meu objetivo é ganhar.

Qual a diferença entre o ambiente no vestiário do Brasil e na Europa?

Existe a maior diferença. No Lyon, também era bom, unido, mas não era a mesma coisa que aqui no Fluminense. Sempre tive ambiente bom, mas não como aqui no Fluminense, sempre repito.

Nunca teve um problema?

No início de 2009, não era bom. E piorou depois que começamos a perder. Depois que o Cuca chegou, teve atrito até encontrar a harmonia. Teve um problema que marcou naquele ano e eu nunca falei sobre isso. Faltavam 11 jogos para acabar e estávamos naquela situação para cair. A diretoria e a comissão técnica queriam aumentar os dias de concentração. Eu reuni o grupo e falei que tínhamos que nos cuidar mais para evitar uma concentração de dois, três dias. Eles compraram o barulho e houve um arranca rabo com a diretoria e comissão. Eles falaram para dar a vida. E demos. O respeito aumentou a partir dali.

E teve briga com algum jogador?

Briga, não, mas eu já tive uma discussão pesada com o Diguinho. E foi bom. Porque tínhamos perdido de 2 a 0 para o Goiás e no intervalo o bicho estava pegando. E aí nós discutimos forte. Estávamos para cair, mas tínhamos que tentar. E havia um clima de já caiu...

E com o Fernando Henrique?

Com o Fernando Henrique também. Várias discussões. Mas com o "Fita" não dá para mexer, porque ele é bom de briga. Eu acho importante ter pessoas com personalidade no grupo. O Muricy... O Abel, já espanou várias vezes!
Quando?

No ano passado, chamou atenção o jogo com a Ponte Preta. Nosso time estava nervoso, precisando ganhar. E pensei que ele iria dar aquele esporro no vestiário. Eu estava tenso. Mas ele entrou e acalmou o time, falou calmamente.

Tem desafetos no futebol?

Eu falo que existem jogadores empolgados. E esta empolgação no futebol é uma loucura. O futebol é uma ilusão. Depois do jogo, eu sou o Fred, um cara normal. Não é porque estou ganhando que eu sou o tal. Isto é muito superficial. E tem muitos empolgados por aí. Tem que dar uma segurada.
Você voltou da França com 25. Não ficou com medo de se arrepender?
Tinha propostas de clubes grandes. Todos achavam que era melhor eu ficar. Caí bastante no lado financeiro, porque o Brasil não era esta potência. Mas estava longe da família e isto pesou.

Tem lugar marcado na seleção?

Marcado, não, mas a oportunidade pode estar na minha mão. Se o jogador só começar a pensar no objetivo recentemente, não consegue. Eu já estou preparado para esta seleção. Dei uma desabafada na época do Mano, senti que não teria oportunidades. Mas com o Felipão todos sabem que ele gosta de jogar com centroavante. Vai depender do meu rendimento...

As lesões que você teve têm relação com o estilo de vida que você leva?

Eu não acho que foi o que influenciou. Sempre descansei e fiz as coisas nas horas certas, moderadamente. Exageros eu cometi, mas não fiz loucuras. Continuo tomando meu chope, meu vinho. Quando acaba o jogo, eu saio para dançar e conhecer mulher bonita. O mais importante é o trabalho.

Por que jogador se casa tão cedo?

Jogador é carente. A maioria sai de casa cedo. E conhece pessoas interessantes. Às vezes, o cara quer uma pessoa bacana para conversar, ter filho. No meu caso, foi uma pessoa que eu amei. Mas devido à imaturidade, não deu certo. Mas eu falo para os moleques: se forem casar, casem com mulheres bonitas.

No Lyon, diziam que você pegou a filha do presidente...

Estão loucos?! Não teve isto.
Este tipo de história te incomoda?
Incomoda. Este vídeo do beijo me deixou para baixo.

É o preço da fama?

E eu tomo cuidado. Tem muita coisa que te deixa muito exposto e você deixa de ser espontâneo, tem que ficar se monitorando. Mas confio nas pessoas e acabo relaxando.

Por exemplo...

Se eu faço um churrasco na minha casa e chamo uma menina, ela convida o primo, que acaba filmando... E a galera está muito maldosa...

É a era das redes sociais...

Pois é. Meu Facebook era aberto, mas fechei. Meu Instagram era fechado, mas o Neymar me marcou em uma foto e arrastou 20 mil seguidores. Aí, eu abri, porque tenho a consciência de que sou uma pessoa pública.

E não tem medo de falar de chope, vinho...

Aqui no Brasil, o ruim é que, se você tiver bem em campo, você pode virar 25 litros de pinga. Se está mal, não pode fazer nada. Mas eu não vou deixar de fazer minhas coisas. Se o time perdeu, eu evito, mas não posso deixar de ir no restaurante japonês. Tenho que ficar em casa puto? É o meu trabalho e eu saio mesmo. Tive um problema em 2011, naquela armadilha que armaram para mim perto de casa. Mas acabou, porque eles me respeitam e sabem que dou a vida pelo Fluminense.

Sai, mas evita ir no pagode. Os caras, como Neymar, não te acham metido?

Eles sabem que eu gosto de coisas boas, em todos os sentidos, mas sou simples, e o que mais mexe comigo são as coisas simples. Posso estar em um restaurante bom, mas quero ser tratado com simplicidade.

Se você não fosse o Fred, conseguiria pegar alguém?

Olha, eu não sou bonito, mas também não sou feio. Acho que pegaria um pessoalzinho mesmo que não fosse o Fred. Mesmo quando eu era duro feito côco, eu pegava. Claro que ser o Fred aumenta. Mas tem neguinho aí feio para cacete que pega...
Pega qualquer uma?
Se eu estiver em uma boate e uma mulher me der mole, eu pego, porque estou no meu direito. Eu sou solteiro. Mas, para colar, eu sou chato. Para ir ao teatro, levar para jantar, tem que mexer comigo. Eu sou seletivo.

Como é a sua relação com jogadores evangélicos?

Eu, às vezes, vou na igreja do Gum. Eu leio a minha Bíblia e frequento a Igreja Evangélica, porque gosto de cuidar do meu lado espiritual. Quando eu rezo, não tenho medo.

Lembra de algum momento de aflição no qual foi salvo por uma oração?

Na Taça SP de Juniores, eu estava no América-MG e não fui relacionado. Meu pai mandou até carta pedindo para eu pelos menos treinar. Treinei e deitei nos treinos. No primeiro jogo, fui expulso com 14 minutos. No intervalo do primeiro para o terceiro jogo, sofri e rezei muito, porque achava que a minha carreira havia acabado. Na terceira partida, fiz aquele gol do meio-campo, que abriu as portas para mim.

Pena que sua mãe não pôde ver...

Ela não viu nada. Faleceu quando eu tinha sete anos. E entedia de futebol. Ía para os campos de várzea ver o meu pai jogar e xingava o juíz. Mas tem o o outro lado. Se minha mãe fosse viva, não teria deixado eu sair da casa com 10 anos, para jogar futebol e passar fome. Ela falaria para eu estudar, como fez com o meu irmão. Mas tenho certeza que, se a Dona Gizelda estivesse viva, vendo isto tudo, ficaria bastante orgulhosa.

Fonte:  Jornal "O Globo".